O que torna um livro único? Seus personagens, a construção da autora que faz com que, o leitor se sinta preso e extasiado ao encontrar algo único? Mais o que é, algo único atualmente? Várias perguntas difíceis e sua maioria sem resposta.
A última grande leitura que tive nos últimos tempos foi o livro da escritora Pepper Winters, intitulado “The Boy & His Ribbon”, ao qual anseio a continuação como alguém deseja água em meio ao deserto. Sua escrita é fluida, seus personagens bem construídos. Mas creio que tenha sido os acontecimentos imprevisíveis que fizeram desta, uma das poucas leituras que me permitiu: Chorar, sentir raiva, medo e acima de tudo amar os personagens (mesmo em seus erros). Algo que, sinto falta nas leituras que tenho lido ultimamente.
Em sua maioria, os livros tem sido os mesmos, leituras iguais, aquela velha formula: mocinha frágil + rapaz “Bad boy”. Ao algo que deu certo por um LONGO tempo, mas obras que foge desse âmbito conseguem ser um diferencial em meio a tantas leituras “parecidas”. Eu aposto que, em algum momento você já tenha lido algum livro sobre uma mocinha tímida que acredita não ser o suficiente, que se considera menos interessante do que o cara que geralmente é um, quase Deus Grego, e que chega e salve a pátria, resgatando a protagonista desse pensamento e fazendo com que, ela veja o quão linda ela é. Quando na verdade, ela deveria ser por ela mesma, sem a necessidade de se auto-descobrir através de outro alguém. Ou a necessidade de pertencer e de ter uma outra pessoa ao seu lado para fazê-la feliz. Embora eu aprecie esses enredos, ultimamente muitas leituras tem sido com essa pitada de história.
E cansativo ler um livro que muda a capa, possui nomes diferentes de personagens, mas o conteúdo e quase o mesmo. Somente alguns contextos modificados e pronto, vamos lançar o mesmo, do mesmo no mercado literário. E tal trama, pode ter dado certo no começo, mas atualmente o que me oferece um diferencial, este livro me terá como leitora.... Mesmo que seja uma quase raridade literária.
Em sua maioria, os livros tem sido os mesmos, leituras iguais, aquela velha formula: mocinha frágil + rapaz “Bad boy”. Ao algo que deu certo por um LONGO tempo, mas obras que foge desse âmbito conseguem ser um diferencial em meio a tantas leituras “parecidas”. Eu aposto que, em algum momento você já tenha lido algum livro sobre uma mocinha tímida que acredita não ser o suficiente, que se considera menos interessante do que o cara que geralmente é um, quase Deus Grego, e que chega e salve a pátria, resgatando a protagonista desse pensamento e fazendo com que, ela veja o quão linda ela é. Quando na verdade, ela deveria ser por ela mesma, sem a necessidade de se auto-descobrir através de outro alguém. Ou a necessidade de pertencer e de ter uma outra pessoa ao seu lado para fazê-la feliz. Embora eu aprecie esses enredos, ultimamente muitas leituras tem sido com essa pitada de história.
E cansativo ler um livro que muda a capa, possui nomes diferentes de personagens, mas o conteúdo e quase o mesmo. Somente alguns contextos modificados e pronto, vamos lançar o mesmo, do mesmo no mercado literário. E tal trama, pode ter dado certo no começo, mas atualmente o que me oferece um diferencial, este livro me terá como leitora.... Mesmo que seja uma quase raridade literária.

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